quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

O respeito à fé alheia é devida, mas uma fé não pode impor nada a ninguém






O respeito à fé alheia é devida, mas uma fé não pode impor nada a ninguém.


Toda religião tem por base o desenvolvimento espiritual e o bem, é sua base moral (mas não moralista). Uma fé que imponha conversão e a morte de quem não a aceita, é uma doutrina de morte, DE VIOLÊNCIA que não se classifica como religião.

 
Em filosofia, na FENOMENOLOGIA DO ESPÍRITO, a consciência aparece como o primeiro estágio, a autoconsciência como o segundo e, o espírito, enquanto livre e concreto, como o terceiro (desenvolvendo-se em razão, espírito e religião, culminando no saber absoluto). De modo que, como exemplo, o próprio Apóstolo Paulo disse que sua fé não era cega, mas era racional, culminando no conhecimento do amor ao próximo e a esperança num mundo vindouro de paz eterna, sob a luz máxima da vida emanada de um CRIADOR, mas jamais uma tentativa de extinguir o mundo e ou os que nele estão.


Jamais se concluiu, sem argumentos falaciosos, que o real objetivo do espírito humano e sua relação com um ser superior (religião), seja a destruição de todos ou de muitos, assumindo o homem a função de juiz e executor de seus próprios pensamentos pretensamente superiores.

 
Por isso, creio, e a crença é minha (embora não seja fruto de mera especulação), que nenhuma religião (o espírito, enquanto livre e concreto), se sobreponha ao amor ou ao respeito à vida e liberdade do próximo. O resto é política de dominação motivada por qualquer outro fim.

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