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Mostrando postagens de Março, 2015

E NÃO HAVERIA POESIA?

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E NÃO HAVERIA POESIA?Por Elvis Rossi da Silva

E não haveria poesia Nas idas e vindas Nos instantes da vida? Ainda de tons acrescida Escuros e tristes, Não estão no dia a dia?
Não existem todas Entre as linhas? Mas não estão perdidas, Estão no tapete das vidas. Estão todas, então, Nesta grande tapeçaria
Vívidas ou tristes, Do artista, do tapeceiro, Nas mãos firmes e calmas, Estão tecendo as almas, Nos dando outeiro. Por que não as fiaria?
Não tem a imensa vida Arco Iris, insisto? Mas sem prévia tormenta, O que o mundo ornamenta, O belo arco multicor, Não existiria.
Eis aí, então, digo, Porque existem Tantas cores nestas regras, Tristonhas ou negras, Fazendo contraste Fazendo produto final, a vida.




A PSICOPATIA INSTITUCIONALIZADA

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A PSICOPATIA INSTITUCIONALIZADA
A Presidente do Brasil, após expressivos protestos do dia 15 de março, como já disse antes, históricos, não deu as caras para a Nação, mandando seus comensais falarem em seu lugar.
Um destes comensais fora o Ministro da Justiça (Cardozo) que, entre ignóbeis respostas às perguntas (mal formuladas dos jornalistas) disse em coletiva que ‘não se constrangia diante das manifestações, pois constranger-se seria coisa de não democratas, para democratas, porém, manifestações não trazem constrangimento’.
Para a psicologia/psiquiatria, contudo, não se constranger é coisa de verdadeiro psicopata.

O discurso, com aparência de coerente, de coerente nada tem. A falta de sensibilidade destes governantes está na vala da psicopatia, daqueles a quem falta os verdadeiros sentimentos morais comuns nas pessoas normais, lhes falta a compaixão e a culpa. Para esses psicopatas, as manifestações não passam de ‘manifestações’, de atos destituídos de valor social ou político algum, …

15 DE MARÇO DE 2015

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15 DE MARÇO DE 2015
UM TSUNAMI VERDE E AMARELO

Nunca antes na História de nossa pátria houve uma manifestação de proporções nacionais como esta do dia 15 de março; nem mesmo na época das “Diretas Já” e do “Fora Collor”.
A nação, imbuída de um sentimento de ojeriza à corrupção institucionalizada bem como a omissão (ou mancomunação) desta ao quadro geral, levou a população em massa às ruas.
As redes sociais foram o meio de comunicação que permitiu a convenção do encontro nacional. Das menores às maiores cidades, lá estava o povo, vestido das cores nacionais, cobertos pela nossa Bandeira; homens e mulheres de todas as idades, famílias, crianças, todos nas ruas. Como um Tsunami Verde e Amarelo, as ruas foram tomadas pelo patriotismo.
Em todos os Estados, em inúmeras cidades e capitais, a população saiu às ruas para bradar contra o “establishment” que há 12 anos mantém seu discurso eleitoreiro, não realizando seu dever político na prática.
Alguns acreditam que a democracia só se faz nas urnas.…

“Ao ver que algo não está certo ou justo, você tem a obrigação moral de fazer algo a respeito.” — Deputado John Lewis

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UM ALERTA PARA O DIA 15!
Em 7 de março de 1965, aproximadamente 600 pessoas se uniram e saíram às ruas numa manifestação, marchando da cidade de Selma à Montgomery, nos EUA. Estas pessoas se uniram por um ideal, a igualdade de votos, nos termos da 15º Emenda à Constituição. Neste dia eles foram agredidos e parados pelos policiais enquanto atravessavam a ponte Edmund Pettus, logo na saída de Selma. Muitas pessoas tiveram grave sina. O dia fora chamado de Domingo Sangrento. Esses cidadãos, motivados por ideal maior que o próprio bem-estar, não desistiram e, liderados por Martin Luther King, voltaram a marchar por quase 90  quilômetros, duas semanas depois. À medida que avançavam, mais e mais pessoas, movidas pelo espírito de liberdade e de igualdade, uniam-se à marcha. Quando chegaram a Montgomery, já eram aproximadamente 25mil pessoas. A união e a força de vontade de pôr fim a uma política injusta, deu início a uma das mais importantes mudanças da democracia naquele país, fazendo os políti…

A desvalorização do Real Consequências imediatas VI

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A balança comercial brasileira teve o pior índice de fevereiro desde 1980, a época da ditadura militar, quando a economia era fechada e o país, endividado com o exterior. Mesmo na recessão entre 2008 e 2011, nunca perdeu-se tanto espaço na economia e tantos negócios.
Fato é que mais de 80% destes problemas econômicos são responsabilidade do Governo.
Se somando a essa falta da administração pública (má gestão do Estado na economia), há o problema da corrupção e a perda do grau de investimento da Petrobras, o desemprego em alta e a ameaça de ajuste nas contas públicas.
O Banco Central decidirá, por esses dias, sobre os juros, no Copom, que certamente irão aumentar, e o índice inflacionário a ser divulgado pelo IBGE será de inflação alta.
Internacionalmente o Brasil se tornou sinônimo de risco de investimento, a maior desde a década de noventa (e até mesmo antes). A queda do desenvolvimento e a queda nos índices de confiança se avolumaram de forma a indignar a população e amedrontar o merc…

A desvalorização do Real Consequências imediatas V

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O Real teve uma desvalorização, frente ao dólar, de quase 50% nos últimos anos.

Mais de 70% das importações são de insumos e componentes, o que reflete, diretamente, no preço de produção e, consequentemente, um aumento do preço final. Isso, somada à questão das exportações e a diminuição de produtos no mercado interno, resulta, infalivelmente, em INFLAÇÃO.

Aumento da inflação, a moeda perde valor com o tempo, os salários não têm reajustes iguais ao índice da inflação, de modo que não se pode comprar os mesmos produtos ou a mesma quantidade com o valor usado anteriormente.

Outra questão é que, com a moeda estrangeira alta, e com inflação crescente, os investidores preferem deixar o dinheiro aplicado, (pela correção monetária), e não investem em produção.

Os quadros anteriores fazem com que nasça um circulo vicioso que é a diminuição de produção, ausência de produto interno, procura, aumento de preços, necessidade de importação, aumento dos preços, diminuição de produção, demanda de consu…

A desvalorização do Real Consequências imediatas IV

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O Real teve uma desvalorização, frente ao dólar, de quase 50% nos últimos anos. Só nos últimos três meses, o real foi desvalorizado 18,51%.
Ao contrário do que muitos pensam, a desvalorização da moeda frente ao dólar acaba refletindo na mesa do brasileiro.

Um exemplo típico é o preço da carne bovina.


Produzida no mercado interno, a carne teve (e a tendência é aumentar mais) um aumento no seu preço em reais nas exportações. Se o preço desses produtos aumenta para o produtor, quando os comercializa no exterior, as exportações aumentarão, consequentemente haverá menos produtos no mercado interno e, com isso, sobem os preços.

A desvalorização do Real Consequências imediatas III

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O Real teve uma desvalorização, frente ao dólar, de quase 50% nos últimos anos. Só nos últimos três meses, o real foi desvalorizado 18,51%.
A desvalorização da moeda frente ao dólar faz com que o preço dos produtos aumentem no mercado interno.


Isto porque se um produto quando comercializado no exterior tem aumento no preço, o produtor tenderá a exportar mais, o que diminui o produto no mercado interno. A falta de produto no mercado interno, faz com que o preço dele aqui dentro fique mais caro.

A desvalorização do Real Consequências imediatas II

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O Real teve uma desvalorização, frente ao dólar, de quase 50% nos últimos anos.


A desvalorização da moeda frente ao dólar faz com que empresas que buscam insumos e equipamentos importados, se reestruturem e reavaliem seus riscos.

Tal quadro econômico leva essas empresas a se reestruturarem e reavaliar riscos. O reflexo mais trágico está na reestruturação dos planos de cargos e salários, quando a readequação dos recursos humanos resulta em demissões e estagnação de salários.


A desvalorização do Real Consequências imediatas I

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O Real teve uma desvalorização, frente ao dólar, de quase 50% nos últimos anos.
Além de ser um problema econômico para empresas que têm de buscar insumos e equipamentos importados para trabalhar, há um outro, o Seguro.
Empresas dessa natureza que fizeram seguro quando o dólar estava 40% mais baixo, por exemplo, podem ter um grave problema em caso de sinistro, já que o valor avaliado de seus  bens e a ser pago pelo seguro estará muito mais baixo do que o valor atual de mercado, podendo, dessa forma, cair na vala da falência.