segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Violência, o que fazer?



Bem. A resposta não é fácil, tendo em vista as circunstâncias que envolvem a origem e as consequências da violência. Pode-se dizer que um produto do desequilíbrio da sociedade é a violência que, jungida à ausência de medidas (e não, medida única) do Estado, deixa os cidadãos reféns do medo.

No Brasil, questões econômicas, políticas e culturais se justapõem para o crescimento dos alarmantes índices de mortes por assassinato (e não apenas por armas de fogo) que fazem jus a entrar nos "piores" índices das guerras (aliás, poderíamos dizer que o Brasil tem uma guerra interna, em comparando tais índices). Mas nem vou entrar no tema porque já são mais que conhecidos (e se você não conhece, por favor, faça uma pesquisa, mas sentado para não cair par trás!).

Até aqui nada novo. Mas meu objetivo não é uma análise da segurança pública, nem política, que, convenhamos, tem por aí opiniões mais proficientes que a minha. Não é também a convocação para pegar em armas, não é uma revolução civil ou paramilitar, não é uma revolução político-institucional, não é elaborar nova constituição (que, aliás, na presente conjuntura, seria deveras perigoso para a liberdade e direitos civis). Nada relacionado a isso. Não. Minha intenção é apenas um ponto de reflexão pessoal.

Apenas partilho uma opinião, o que penso. E penso que devemos, como seres humanos, dotados de um senso de razoabilidade, uma sensibilidade a respeito das coisas, talvez um ‘sexto sentido’ de que as coisas não andam bem como estão indo. Essa humanidade imanente, que em alguns já vem se esfriando, nos leva a querer a paz, não apenas uma tranquilidade egoísta, mas uma paz que seja polvilhada sobre todos. Não apenas uma paz externa, de convívio social sem armas, simplória (até porque a língua de alguém também pode se converter em arma), mas uma paz interna, um apaziguamento da alma.

Talvez essa paz seja conquistada deixando de lado o ‘colete à prova de balas’ da alma e da consciência, e seja a hora de pensarmos de forma mais elevada, direcionada a quem pode ter a resposta que tanto procuramos.

Particularmente penso que o Cristo Eterno seja a solução, por isso peço a ele não apenas a paz de Israel, mas a paz do Israel Espiritual, o Israel humano, o Israel que ‘luta com Deus’ pelas almas, que intercede, pede a Ele que nos dê essa paz.

Bem. Talvez alguém leia isso e diga: “maluco” ou simplório, ou visionário, ou bobo, ou 'mais um achando que sabe algo se metendo em religião', ou algo do gênero. Nada disso importa. O que importa é a paz.

De qualquer forma, penso em ser um caminho melhor a ser tentado antes de qualquer outro, melhor que muitas ‘balas’, e cadeias, e muralhas, e arames farpados e cacos de vidro sobre muros, e mísseis, e tanques e iras e vinganças e ranger de dentes.

Orarei pela Paz de Israel, e do Israel humano, e de Gaza, e por São Paulo, Rio, Santa Catarina e cada país e casa nesse mundo, inclusive na minha, para que haja a paz dada pelo Príncipe da Paz.

Era apenas isso que tinha a dizer.

E que a Paz do Cristo Eterno esteja sobre todos que abrigarem a paz no coração.

(imagem fonte: http://grupodastrabalhadoras1.pbworks.com/w/page/16263751/FrontPage)


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