sexta-feira, 13 de abril de 2012

O mito da sacola plástica


Já passou do limite essa estória da sacola plástica. Sim, estória; por quê? Digo. Alguém já viu algum estudo científico a respeito? Qual é a porcentagem ou nível de poluição causado pelas malfadadas sacolinhas? Alguém já falou ao povo que o que polui o ambiente é a degradação? Claro, produtos que se degradam liberam poluentes, gases etc. Assim, sacolas biodegradáveis (ou qualquer produto que se degrade no meio ambiente) são o que pode causar poluição. Sim, a decomposição dos materiais pode causar poluição.


Avancemos. Existem tantas coisas que poluem infinitesimalmente mais o meio ambiente e que são deixadas de lado pela onda da sacolinha (deveria chamar-se Lei Tim Tones - se é que cabe o trocadilho).


Um exemplo de poluentes? Cadáveres num cemitério mal planejado podem causar poluição do lençol d'água. Outro? Esgoto sem tratamento lançado em nossos rios diariamente aos milhões de metros cúbicos. Mais um? Embalagens PETs. O que mais? Fossas sépticas que ainda existem em muitas regiões do Brasil contaminam o lençol freático, os aquíferos (aliás, alguém já fez um estudo sobre o efeito do veneno da cana de açúcar nos aquíferos ou o uso das águas destes para irrigação?). E a lista seria muito extensa. Mas para efeito didático, servem esses exemplos e já basta de perder tempo com o tema.
 

Agora, afirmar que sacolinhas de mercado é o vilão da estória, virando notícias de TV, com reporteres se metendo a arautos desta pseudo-ecologia, perdoem-me senhores e senhoras, mas que, convenhamos, só tem ouvintes nesse Brasil brasileiro...


Não que eu acredite que muita gente leia ou vá ler o que escrevo aqui, mas, convenhamos, pensar um pouco não mata!



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