quarta-feira, 28 de julho de 2010

Falar sobre dor dói para quem a sente, mas e para mim?


Falar sobre dor dói para quem a sente. Nós que temos dores sabemos, mas nós que não temos, podemos não saber; entretanto, fazemos alguma coisa a respeito?


Quantas pessoinhas no mundo sentem tantas dores; e sobre quantas pedimos para Deus o alívio para elas? Quantas pedem forças, mas quantas já pedem o descanso eterno. Quantas estão correndo atrás das políticas públicas tão morosas e desdenhosas, enquanto outras nem isso mais conseguem? Quantos sonham em um alívio?



Peço a Deus a humanidade suficiente de poder minimamente rogar por estes, por estas pessoas no mundo. Por aqueles que têm fardos humanamente impossíveis de compreender.



Peço a Deus que os visite no corpo e na alma e, por amor, traga o alivio esperado. Peço O Amor desse Deus que não reclama direitos autorais. Desse Deus que ama a vida.


Peço a Deus porque Ele sabe o que é o melhor. Peço a Ele porque sei que o fazer ou não fazer cabe a Ele e isso, em mim, não incomoda, porque sei que Ele é Deus.


Peço a Ele que retire a arrogância do meu coração e do coração de todos e clamo pela misericórdia transformadora dEle que vai além do que cremos, vemos, sabemos ou sonhamos.


Que nosso Pai de Amor possa visitar a cada um nesse mundo e derramar essa esperada misericórdia.


Amém.



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