sexta-feira, 30 de julho de 2010

Deus se agrada daquilo que Ele se agrada.


Jesus estava na casa de um leproso. Jesus estava reclinado sobre a mesa. Uma mulher (não se sabe quem, nem de onde vinha e nem para onde ia), com um vaso cheio de caríssimo perfume, simplesmente, veio e o derramou sobre Ele. Os discípulos acharam o cúmulo fazer aquilo; imagino o que teriam dito ou pensado: quem é esta doida? Donde vem? Pra onde vai? Não sabe o valor deste perfume? Não poderia dar destino melhor, por exemplo, aos miseráveis? Jesus olha a cena  e diz (imagino que algo assim):

Gente pare de aporrinhar esta mulher! Vocês não estão vendo que ela fez algo bom para mim em seu coração? Vocês não estão vendo que ela pegou o que tinha de mais valioso e me deu? E mais ainda, não estão vendo que ela me prepara para aquele momento que já é desde a eternidade até a eternidade? Onde tudo se consumará? O momento e razão de eu ter vindo? Até quando vocês permanecerão cegos, pois as demais coisas, até o grande dia, vocês terão para fazer o que têm de fazer, mas este meu dia, é especial. Eu me agrado do coração desta mulher. Ela entendeu quem eu sou e para que vim. Por isso, em todos os lugares onde lembrarem de mim, lembrarão desta mulher e de sua bondade e sinceridade de coração, porque eu me agrado daquilo que me agrada, e o que me agrada é somente aquilo que me agrada e não o que vocês acreditam que me agrade. Por isso está escrito perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado, e salva os contritos de espírito. Quem tem o coração arrependido, sabe o que me agrada.

Que minha hipocrisia não seja pedra de tropeço para os que se achegam a Deus com o coração sincero e arrependido.

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