terça-feira, 20 de abril de 2010

UM BIG BANG DE AMOR

Quando vejo teorias cosmológicas (a teoria de tudo, cordas, membranas, e os demais avanços da física), mais se confirma em mim a consciência naquele quem eu já cria, naquele que tudo fez e em quem tudo subsiste (até aquilo que não existe, ou não mais existe – ou pelo menos não existe mais aqui - ou que existirá).

Mais. Confirma-se a consciência da existência de mundos e universos quânticos; se confirma, então, o céu palpável pela graça e amor de quem tudo fez desde antes da formação do mundo (ou de qualquer que seja o universo ou universos). E vejo, então, um Big Bang de amor.

Mais. Confirma-se em mim a consciência de que não estamos e nunca estivemos sós. Mais se confirma a esperança que tenho da redenção e que, numa existência em que tudo está em movimento e em constante transformação e criação, mais cresce a consciência e certeza de que seremos, enfim, transformados.

Ora, a Ele, que nunca deixou de trabalhar e trabalha até hoje (João 5:17) de eternidade à eternidade, demonstrando essa certeza pelo amor que primeiro nos amou e criou, seja dada toda a minha gratidão.

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