quinta-feira, 8 de abril de 2010

Falar o óbvio já não adianta.


Causa náuseas o descompromisso existente entre os que detêm o poder e os dominados.

As tragédias que vemos nesses dias são incomensuráveis.

Falar o óbvio já não adianta.

Quem sabe, depois de ‘soterradas’ as lembranças das tragédias, e apaziguadas as comoções sociais, se tenha ‘paz’ (parece ser isso o que sempre ocorre), pelo menos plástica.

Quem sabe, aqui entre nós, alguns possam morar, após os tão necessários jogos, nos locais onde ocorrerão. Mas só depois de 2016.

Até lá, que a natureza não nos seja os algozes da alma.

Que Deus tenha misericórdia de todos nós.

Que possamos abrir os olhos.

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