sexta-feira, 25 de setembro de 2009

QUEM NOS FEZ JUIZES...?

Pueril pensar que se pode alçar posição de juiz de nosso próximo por nós mesmos, afinal quem pode atirar a primeira pedra? O caso não é ser juiz, mas tomar algo muito maior que nós mesmos, as obras do PAI, sim, manifestas em CRISTO, para se possa trazer luz sobre tudo o que fazemos.

A luz não é outra senão o AMOR prático. Ora, todas as obras dos homens são julgadas (diga-se trazidas à luz) pelos atos de amor deixados (pela eternidade) como exemplos a serem seguidos; assim, há base, elementos, para se saber o que vem do amor e o que vem do interesse vil, o que vem do amor e o que vem da maldade, o que vem do amor e o que vem da ganância, o que vem do amor do que vem da inveja, do amor ou da ira, do amor ou da compulsão de poder, do amor ou da compulsão de domínio, do amor ou do desejo de atirar pedras por adiar o próximo quando nos vemos nele como num espelho.

Assim, não se julga alguém, mas se conhece sua intenção pelos seus frutos, pelas obras, se de amor ou se de outra fonte. Cedo ou tarde se conhece os frutos de alguém (todos nós!). Ora, cá entre eu e meus botões, prefiro a FONTE de AMOR à outra qualquer. Ora, se DEUS é amor, cá entre nós, suas obras são de amor. É isso. Como disse uma pessoa muito estimada: "o que é, é; e isto é tudo e tudo é."

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