terça-feira, 4 de agosto de 2009

Você sabe o que planta?


Buscarei ser objetivo e claro devido à importância do assunto, sem jactâncias.
De fato não podemos brincar com certas coisas, muito menos com o que plantamos, pois não se pode plantar espinhos e depois espelhar colher morangos, ou plantar uma erva venenosa e querer nasçam uvas, semear tempestade e colher calmaria, semear a fome e esperar abastança, semear desprezo e colher amizades, semear destruição e colher vida. Ora, o ser humano tornou-se tão ensimesmado, tão cheio de si mesmo que se esquece de, mesmo quando tomba, olhar para o alto, para Deus. Uma coisa é certa, de DEUS não se zomba (nem os que crêem, nem os que descrêem e nem os que não crêem), não que ele seja o “poderoso castigador”, mas porque a existência é assim. Não nos enganemos, posto que o mal jamais atraia o bem, nem em bem se converta. Tudo o que plantamos certamente colheremos, e se plantamos em abundância, em abundância ceifaremos. Vejo, por exemplo, o aumento dessa pandemia que o mundo enfrenta e rogo a Deus que, primeiro, transforme nossos corações em corações de carne e, segundamente, tenha piedade de todos nós; ainda que creia que, de uma forma ou de outra, temos responsabilidade, como espécie “dominante”, pelo que acontece nesta conjuntura. Assim plantemos boas sementes para delas ceifarmos. Não pensemos (afundados em nossas jactâncias e vã filosofia) haja uma manipulação psiquico-genético-espiritual que converta espinho em figos. Cabe a nós escolhermos as sementes de nosso plantio, posto plantarmos diariamente pela vida.

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