quinta-feira, 11 de junho de 2009

Já se falava de amor... mas o que é?




Como não poderiam faltar neste mês algumas palavras sobre o amor, decidimos, pedindo licença aos poetas, nos aventurar no tema. Mas diante de tanta iniqüidade, diante de tanta angústia que nosso planeta passa, seria possível ainda falar de amor sem confundi-lo com qualquer neurose ou paixão?
Acredito que o amor ainda seja definido não por conceitos vocabulares, mas pelos frutos que gera, pelas suas qualidades, por um sentimento inabalável de querer bem sem buscar contraprestação ou reconhecimento. Só se descobre o amor vivendo-o, quando então vamos distinguindo o seu verdadeiro significado. Por isso já dizia o apóstolo e poeta Paulo, que o amor é mais que atos de desprendimento isolados, é mais que qualquer super-capacidade, “é paciente, é benigno, não tem ciúmes, não se engrandece, não se porta de forma inconveniente, não procura seus interesses, não se enfurece, não se ressente do mal, não se alegra com a injustiça, mas tem alegria com a verdade, tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta, ele jamais acaba”. Por isso, no amor há paz, onde existe o amor não há lugar para o mal, não há lugar para prejulgamentos, nem desprezo ao próximo. Então, busquemos juntos, com vontade, esse amor, e um dia, quem sabe, consigamos imaginar um só povo de mãos dadas. “…You may say I'm a dreamer, but Im not the only one, I hope some day you'll join us, and the world will live as one. (Lennon)”

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Agradecemos pelo comentário.