segunda-feira, 26 de setembro de 2016

O MEC E JOSEPH GOEBBELS


O Plano Nacional de Educação, a lei de diretrizes e bases da educação nacional, são verdadeiros absurdos.

Agora a lei (sempre a lei tem solução para tudo, não é mesmo?), quer deixar as pessoas nas escolas por mais tempo (1400 horas no mínimo, por ano). Quem sabe mais tempo na escola, aprendamos mais, certo?

Artes visuais, dança, música e teatro fazem parte o currículo escolar, salientando que a “cultura nacional e regional”, deve estar nisto tudo. (Haja Funk nas escolas brasileiras para o seu filho dançar etc.).

É também obrigatório, bom dizer, exibir nas escolas pelo menos duas horas de filme nacional. Isso é praticamente uma tortura contra as crianças, caso de polícia! Cadê o ministério Público? Ou vão repetir os mesmo filmes ou as crianças começarão a ver pornochanchada. Fala sério!

Mais. Não sei de onde tiraram a idéia de que 'expressões regionais' seria sinônimo de boa cultura para estar no currículo da educação infantil e fundamental. É um conceito por demais vago que aceita de tudo, inclusive qualquer lixo que se queira elevar a ‘cultura’. Aliás, desconfio do que seja cultura no Conceito de um Governo que quer dizer o que é ou não cultura. Isso me cheira a Nazismo.

Tudo indica que no Brasil a imbecilização do indivíduo é cultura.

Talvez seja por isso que 94 bilhões de reais gastos pelo governo federal, por ano, em educação (dados de 2015), não resolvam muita coisa. Pode ser a causa de o Estado querer colocar obrigatoriamente uma criança de 4 anos na escola, horas e horas aprendendo sobre transversalismos e não tira-la de lá até completar 200 anos de idade.

Quase cem bilhões em educação por ano e o Brasil não ganha um único prêmio internacional na área da educação, está sempre no fim da lista de qualidade em educação; não se vê uma Universidade brasileira (nem as Universidades Federais - Clara ex stirpe), nas listas de melhores universidades do mundo.

Ler os “Parâmetros Curriculares Nacionais” do MEC é algo que comove os intestinos (pejorativo!), como Nação deveria nos dar calafrios!

Por exemplo, a conceituação de Democracia nos tais “Parâmetros" do MEC é uma violação à inteligência e, como sempre, é o supra-sumo da desonestidade intelectual, da vigarice, é pura embromação. Serve apenas para divulgar uma agenda ideológica destinada a moldar mentes e fazer escravos. Não resiste a mais breve análise do que sejam direitos civis e democracia.

O conteúdo dos “Parâmetros Curriculares Nacionais” falam em direitos humanos mas são, eles mesmos, verdadeira violação dos direitos humanos, direitos civis, sem os quais não haveria direitos humanos reconhecidos pelo Estado, pois implicaria em ausência de liberdade! (Aliás, diga-se, sequer o conteúdo destes "parâmetros" fora consultado  e aprovado pela própria população e é colocado em prática Manu Militari, fazendo os estudantes, coitados, engolirem a seco tais disparates !!!!!!).

O MEC deveria ser chamado de “Ministério da Propaganda Cultura Nazista”, totalmente voltado para a idiotização da população e da promoção do Estado totalitário que deseja ser a “Mãezona” do povo (nos moldes dos escorpiões que comem seus próprios filhotes).

Talvez em breve haja nos livrecos do MEC o busto de Joseph Goebbels sendo ovacionado pela genialidade e luta pela verdade.

Por isso que me pergunto: 500 anos de Brasil e permitimos taiscoisas, calamos, consentimos, e depois exigimos do mesmo Estado pilantra postura ética, valores sublimes?

Já dizia C. S. Lewis:

“Numa espécie de mórbida ingenuidade, extirpamos o órgão e exigimos a sua função. Produzimos homens sem peito e esperamos deles virtude e iniciativa. Caçoamos da honra e nos chocamos ao encontrar traidores entre nós."


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