quarta-feira, 16 de março de 2016

DE UMA VEZ POR TODAS, ENTENDA O COMUNISMO E O QUE HÁ NO BRASIL.

DE UMA VEZ POR TODAS, ENTENDA O COMUNISMO E O QUE HÁ NO BRASIL.
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A base ética do comunismo é uma forma de humanismo materialista.
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Assim sendo, nem Deus e nem a alma humana são centrais para ele.
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De acordo com essa ética, temos a presunção de dizer que o cristianismo é aliado das classes exploradas. A religião, de modo geral, é chamada de “ópio do povo", é considerada um empecilho para o avanço do sistema comunista.
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Para ele as mudanças de classes só ocorrem mediante a luta de classes.
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No comunismo acredita-se que somente no triunfo do mesmo pode-se atingir a perspectiva ética correta. Porém no que consiste essa perspectiva, se for algum dia alcançada? Ela esta baseada na prosperidade material das massas (em teoria), apenas isso, Deus é deixado de lado. Essa busca material e da revolução do poder justifica o terrorismo, as guerras, destruição econômica, a violação de toda sorte de direitos  e as perseguições, que se têm feito em “nome do comunismo”.
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O que dizer sobre a luta de classes? Quando examinamos o que realmente sucede no comunismo, vemos claramente que uma nova classe substitui a antiga classe dominante. Essa nova classe é a dos ‘chefes do partido’, que usam de tirania, abusam dos direitos humanos e lançam mão da mentira e toda sorte de aparelhamento do estado para manter-se no poder, inclusive do homicídio para Impor-se. E o povo? O povo tornou-se um mero degrau para a vontade dos membros especiais do partido e o povo  jamais chegará ao poder (nem mesmo à prosperidade material tão prometida).
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O comunismo não obtém uma sociedade sem classes. Bem pelo contrário, o comunismo é a forma mais bem-sucedida de fascismo. Essa nova classe dominante é apoiada pelo poder militar e da mídia de massa por ele dominada.  Qualquer resistência aos chefes do partido não somente produz reprimenda dos mais variados tipos, como a prisão e a morte (veja na história). A liberdade pessoal, essencial em qualquer sistema ético, simplesmente acaba por desaparecer.
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O código moral do Comunismo consiste nos seguintes pontos (mas há um ‘porém’ que explicaremos a seguir):
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a. Devoção ao comunismo
b. Trabalho consciencioso
c. Preocupação com a saúde pública
d. Elevado senso de dever público
e. Coletivismo e ajuda camarada
f. Relações humanas entre as pessoas
g. Respeito mútuo
h. Honestidade
i. Veracidade
j. Pureza moral
l. Modéstia
m. Lealdade à família e cuidado com a mesma
n. Atitude intransigente diante das injustiças
o. Amizade e fraternidade
p. Intolerância para com o ódio nacional e racial
q. Atitude intransigente diante dos inimigos do comunismo
r. Paz
s. Liberdade
t. Solidariedade fraterna com a classe trabalhadora, em toda parte.

Há, contudo, um ‘porém’ nessas qualidades “morais, a Redefinição de Termos!
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Apesar de alguns pontos acima desse código parecerem bons, para o comunismo o ódio e a violência não são proibidos quando são dirigidos contra os não comunistas (os não adeptos do partido).
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A fraternidade aplica-se somente aos comunistas. Para com os não comunistas só há intolerância.
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A paz só seria imposta mediante a eliminação dos não comunistas e dos inimigos do partido.
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A liberdade consiste na liberdade de servir ao comunismo (partido), mas não de opor-se ao mesmo em qualquer sentido.
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Não há qualquer liberdade para alguém possuir propriedade privada ou propagar sua religião. Isso importa em uma definição escrava da liberdade.
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Deveríamos notar que são usados os mesmos termos que são empregados em outros sistemas éticos, embora tais termos sejam redefinidos em harmonia com a filosofia comunista como supremo e único bem.
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Assim, o labor consciencioso só é bom se for realizado em favor do comunismo (partido).
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Um elevado senso de dever público só é certo se o país tiver um governo comunista.
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Há respeito mútuo, mas somente entre os membros do partido.
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As injustiças são definidas segundo os padrões comunistas, e até mesmo as matanças em massa não são consideradas injustas, se servem à causa do comunismo (do partido).
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Assim, a violação das leis que existam não é considerada má, se for em benefício da causa revolucionária, inclusive deixar de dar atenção ao povo que, no final das contas, jamais chegará ao poder e deve estar sob a direção do governo, isto é, da nova classe dos chefes do partido.
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Uma vez no poder, o comunismo não pretende deixa-lo jamais, porque sua finalidade é a revolução permanente (o que se verifica na experiência  histórica, ela jamais acaba).
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A ditadura do proletariado (que Mao Tsê-Tung transformou em ditadura dos aldeões) aparece como um passo necessário no decurso da história, embora (na teoria) não seja um fator permanente. Mas, na prática, a chamada ditadura do proletariado nunca esteve perto de tomar-se uma realidade. O que impera, cada vez mais, é a ditadura do Estado dominado pela nova classe dos chefes do partido.
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Essa ditadura, como dissemos, mantém-se graças ao poder militar que não atua em favor do cidadão, mantendo os ditadores no poder indefinidamente, ditadores que podem fazer o que quiserem e quando quiserem.
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Eis o que ocorre.
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Difícil de crer?
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Analise os fatos.

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